A minissérie Eu Odeio o Natal conquistou o público da Netflix ao misturar romance, humor e aquela pressão familiar clássica que surge no fim do ano. A história de Gianna, uma mulher que precisa encontrar um namorado antes da ceia de Natal, vai muito além das luzinhas, encontros desastrosos e situações constrangedoras.
Apesar da estética típica das produções natalinas, a série se destaca por abordar temas universais como cobranças sociais, amadurecimento emocional e a solidão na vida adulta — tudo isso com um ritmo leve e episódios curtos, ideais para maratonar.
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Mas o que muita gente não imagina é que Eu Odeio o Natal guarda bastidores curiosos que ajudam a explicar por que a trama funciona tão bem e soa tão próxima da realidade.
Fatos curiosos sobre Eu Odeio o Natal
Não é uma história original da Itália
Mesmo tendo se popularizado na versão italiana da Netflix, a série nasceu bem longe dali. Eu Odeio o Natal é, na verdade, uma adaptação de uma produção norueguesa chamada Um Namorado para o Natal. A premissa é praticamente a mesma: uma mulher que promete levar um parceiro para a ceia e entra em uma corrida contra o tempo para cumprir a mentira.
A ideia surgiu em um trabalho universitário
A versão original da história foi criada por dois estudantes de publicidade, Amir Shaheen e Kristian Andersen. O projeto começou como um trabalho acadêmico, mas chamou a atenção da The Oslo Company, produtora norueguesa que decidiu apostar na ideia e contratou os jovens criadores como estagiários. O resto virou sucesso internacional.
Veneza sem glamour exagerado
Diferente do que costuma acontecer em produções ambientadas na Itália, Eu Odeio o Natal foge do cartão-postal. Embora todas as cenas tenham sido gravadas em Veneza e o elenco seja totalmente italiano, a série mostra uma cidade mais cotidiana, com personagens vivendo rotinas comuns, longe do luxo e da idealização turística.
Esses detalhes ajudam a explicar por que Eu Odeio o Natal soa tão autêntica e conectada com o público. Por trás do romance natalino, existe uma história simples, honesta e curiosamente universal — capaz de atravessar fronteiras, idiomas e culturas sem perder o encanto.








