A repórter Lilly Nascimento, da ESPN, não escondeu a emoção ao relembrar os momentos de terror que viveu durante a partida entre Flamengo e Independiente Medellín, na Colômbia, por meio da quarta rodada da fase de grupos da Libertadores. Bastante abalada após o susto no estádio Atanásio Girardot, a jornalista chorou ao falar da família e depois disse que, assim que a adrenalina passou, pensou nos filhos.
“Eu pensei nos meus filhos. É lógico que tem a profissão; a gente quer mostrar, quer gravar. Depois que passou a adrenalina, eu pensei um pouco. Pensei no Mateu e na Alice porque é um sinalizador, pegou fogo ali no nosso equipamento, mas eu estava ali”, disse.
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“A Fernanda chegou a me posicionar antes, por questão de câmera e assim. Se acerta no cabelo, na roupa, é perigoso. Na adrenalina, a gente não pensa. Depois recebi uma mensagem de uma prima minha: Meu Deus, seus filhos estão aqui te esperando”. Fiquei emotiva pensando neles”, contou.
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Ao falar do episódio, Lilly disse que a equipe de transmissão ficou muito próxima de ser atingida por um dos sinalizadores arremessados contra as arquibancadas. De acordo com ela, o artefato chegou a tocar fogo nos equipamentos do canal.
Fernanda também disse que recebeu muitas mensagens de familiares após a situação ficar mais calma, o que a deixou mais emotiva. “A Fernanda chegou a me posicionar antes, por questão de câmera e assim. Se acerta no cabelo, na roupa, é perigoso. Na adrenalina a gente não pensa. Depois, recebi uma mensagem de uma prima minha: “Meu Deus, seus filhos estão aqui te esperando”. Fiquei emotiva pensando neles”, pontuou.
O que aconteceu?
O jogo entre Flamengo e Independiente Medellín foi cheio de confusão provocada por torcedores do time colombiano. Eles protestavam pela crise vivida fora e dentro de campo. Antes de a partida começar, boa parte da torcida acendeu sinalizadores e utilizou lasers contra a arbitragem e jogadores.
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Bombas e sinalizadores foram arremessados no programado e na área destinada à imprensa. Com a falta de segurança, o árbitro pausou a partida em um minuto, antes de mandar os jogadores de volta para os vestiários.
Mesmo com o público menor, tudo saiu de controle. As autoridades já tinham afirmado que a disputa deveria ter sido fechada. No entanto, o Medellín não aceitou a recomendação. Em alguns momentos, a polícia precisou intervir, enquanto um telão exibia mensagens pedindo calma.












